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Mensagens

Curvas e gordurinhas salvas pelo amor (próprio)!

Há uns dias, a Joana Machado Madeira partilhou algumas fotos na praia, em que surgia naturalmente de fato-de-banho e biquíni. Estamos a falar de fotos perfeitamente normais que qualquer figura anónima se dá ao direito de publicar. Viram?

Acontece que a mulher do conhecido humorista Eduardo Madeira não é propriamente desconhecida e os internautas acharam que, por essa razão, tais fotos não deveriam ter sido publicadas. Foram mais que muitos os comentários desaprovadores relativamente à forma física de Joana. Alguns consideram que "não tem corpo" para este género de fotografias, outros entendem que está a dar "um mau exemplo" aos fãs. Seguiram-se as comparações, as piadas e a ridicularização.

Minha maltinha... vamos lá a esclarecer isto! Cada um é como cada qual e lá porque ela é uma figura pública, isto não significa que tenha que ter uma forma física de fazer parar os banhistas, certo? Quer dizer, se uma 80/60/80 publicar fotos em poses sexys e a mostrar (quase) tu…

Atitude Positiva :D

"Na vida, quem perde o telhado da casa, ganha um céu de estrelas" (Anónimo) 
A verdade é que habitualmente é mesmo assim. Há alturas em que perdemos aquilo que achamos que é o mais importante para nós, o que é seguro ou o que julgávamos ser uma oportunidade. Mas acabamos depois por conquistar algo muito maior. Para isso, é preciso, no entanto, que se mantenha uma coisa: atitude positiva! Nunca baixar os braços! Nunca desanimar :)

E vocês, lidam bem com desilusões ou situações de perda?

E se uma mosca pousar na tua sopa?

Aviso: Não, este post não é sobre a música do brasileiro Raul Seixas (não conhecem? toca a googlar: mosca na sopa!) e não é aconselhável aos mais sensíveis.
O que fazes quando uma mosca pousa na tua comida? 
A maioria de vocês acabou de responder mentalmente: "afasto o insecto nojento da minha comida" e... continuam a comer. A questão é: será este o comportamento correcto?

O quê, estou a sugerir que não o façam? Claro que não! Mas, segundo o entomologista Ron Harrison, autor de um artigo que li há um tempo, não é a mosca que devemos afastar e sim os alimentos em que pousou.

Pois, é que as moscas precisam apenas de dois segundos (sim, 2 rápidos segundos!!!) para que as suas minusculas patas e todos os pêlos que têm espalhados pelo corpo possam transferir, para os nossos alimentos, muitos e muitos GERMES! Lembram-se que estes bichos são os responsáveis pela transmissão de várias doenças contagiosas, algumas delas bastante graves, como a cólera. Ok, eu sei que grande parte delas …

Filmes e choradeira

O programa deste fim-de-semana teve direito a uma das coisas que mais gosto: home cinema!
Conseguem imaginar? Esticar-me no sofá (com o tempo que está, quem me dera ter lá estado hoje o dia todo!). Pernas para cima. Som da tv no máximo. Pipocas a posto. E.... choradeira! Choradeira. E mais choradeira. Quem me manda achar que tenho estofo para ver filmes que incluem cães a morrer? 
Bom, deixem-me corrigir: o filme conta a história de um cão que reencarna uma série de vezes na busca de um propósito para a sua vida. A questão é: para reencarnar, o que é preciso acontecer antes? Pois, morrer! Morrer, de uma série de formas, cada qual pior que a outra. Fora isso, o filme é top. História bonita. Argumento original. Atenção aos pormenores que reflectem a visão do cão, mesmo nas cores das imagens. Quem é dono, irá certamente rever, em vários momentos, a sua relação com o cão, situações do dia-a-dia e até coisas que muitas vezes achamos que os nossos cães devem estar a "pensar". Mas,…

Dia Mundial do Cão

Porque eles são o melhor do meu mundo, hoje e sempre.  Porque junto deles não há tristezas.  Porque me enchem de mimo e orgulho.  Porque com eles, sou um bocadinho mais feliz.  King Arthur and Friend Gil sempre a colorir a minha vida 😍😊
(fotos Emanuel Elias)

Ai meus ricos pés..!

Sabias que 70% das mulheres que usam saltos altos começam a sentir dores nos pés após uma hora seis minutos e 48 segundos de uso? 
Das restantes, 20% reconhece começar a sentir dores logo ao fim de dez ou quinze minutos. Só as 10% que sobram admitem não sentir dores ou começar a tê-las apenas ao fim de algumas horas de utilização. Assustador, não? Sobretudo, se pensarmos que a maioria de nós utiliza sapatos de salto no nosso dia-a-dia durante várias horas consecutivas.

É verdade que há factores que podem minimizar este problema - apostar em saltos mais quadrados ou grossos, optar por materiais mais maleáveis, preferir os sapatos abertos aos fechados, ter cuidado na forma como apoiamos o pé no chão, ou ainda deixar a compra dos sapatos novos para o final de um dia de trabalho, quando os nossos pés, já cansados e inchados, estão menos tolerantes ao desconforto. Mas nada disto parece ser suficiente para fazer desaparecer a dor na totalidade, certo?

Que o diga eu! Ontem, depois de um dia …

O amor que tudo cura

Olho em volta. Tanta gente de regresso a casa no final de mais um dia. Reparo, às vezes demais. O senhor ao meu lado pode ter achado que sou louca. E às vezes sou. Dou por mim a imaginar as histórias, a construí-las na minha cabeça. E, em todas elas, procuro o amor. Estarei a transformar-me numa irremediável romântica? 

Talvez. Mas, afinal, está em todo o lado, até quando falta. Lá ao fundo, mãe e filha caminham, de mão dada, em passo apressado. Na paragem, uma jovem adolescente alheada do mundo (olhos no telemóvel, phones nos ouvidos). Ao lado um rapazinho que parece querer abrir um buraco no chão tal a forma como se mexe de um lado para o outro. Turistas, muitos turistas, por todo o lado.

E, de repente, a minha mente é transportada para uma história verdadeiramente encantadora. Caminha do outro lado da rua um casal de cabelos brancos, talvez na casa dos setenta. Ela resmunga, ele sorri. Não entendi o motivo, mas não era preciso. Ao fim de todos estes anos, deve haver tantos! Percebo…

A moda as etiquetas roxas... já aderiram?

Depois de um dia de trabalho longo e difícil, ter que ir às compras é o castigo que ninguém merece. Nem mesmo quem deixa a dispensa ficar vazia durante as férias, ok?

Mais ainda, quando a nossa hora de saída coincide com aquele horário simpático em que parece que mais de metade dos habitantes desta cidade decidiram mudar residência para dentro do hipermercado. Ou isso ou estão a fazer turismo. É que, à velocidade com que se movem, certamente não estão a comprar o que ainda vão ter que cozinhar para tentar jantar antes das 21h... como eu!

E se tentas passar por entre a multidão que enche os corredores, o que ouves? "fais attention" Ah pois, os avecs que, nesta altura, são aos mil. Fazem compras em família, verdadeiramente no plural, e pressa, claro, também não têm nenhuma.

Atropelos e confusões à parte, já repararam que estas etiquetas roxas passaram a ser uma realidade cada vez mais frequente? "Aproximação do fim de prazo de validade", dizem. E com isso poupamos uns…

Vizinha Perigosa

Ora acham mesmo que durante estes dias de folga (que me souberam a céu!) não aconteceu nada digno de história? Pois claro que sim e, desta vez, asseguro-vos que não foi uma história agradável.

Como devem imaginar, o que mais fiz durante as minhas mini férias foi andar com os cães para trás e para diante. E claro que o carro estava tão sujo e cheio de pêlo que o Sr. Pina mal lá punha os pés só proferia despautérios a nosso respeito (meu e dos cães evidentemente). Pois que, no último dia antes de regressar à vida normal, achei que devia pôr a mãos à obra para aspirar e lavar o carro. Sim, podia ter ido a uma daquelas empresas de lavagem, mas decidi fazê-lo em casa para poupar algum dinheiro, visto que tempo tinha de sobra!

No nosso apartamento (que é rés-do-chão) temos uma porta lateral que dá para o estacionamento do prédio e fica mesmo por baixo das varandas dos apartamentos de cima. Portanto, encostei o carro junto à porta e comecei a tarefa número 1 - aspirar. Andava tão entretida q…

Até me dói o coração..!

Foram nove longos dias a acordar sem despertador. Era o sol a entrar pela janela que me obrigava a abrir os olhos devagar, devagarinho. Nove dias a tomar o pequeno-almoço no sofá, ao som dos desenhos animados (como antigamente). Nove dias sem horários e em que só tinha compromissos comigo mesma, que podia decidir cumprir ou cancelar à última hora, sem quaisquer remorsos. Foram nove dias de puro descanso, paz e pouco mais. O dolce far niente de que tanto precisava.
Mas....... Eis que hoje chegou o momento de voltar à dura realidade! Rotinas, trabalho, roupa formal, metas, trânsito... ai! Até me dói o coração! A mim e ao Artur que parecia achar que o som do despertador era uma miragem ou um sonho, em vez do habitual sinal para saltar para fora da cama! Sim, sim Artur. Hoje é dia de deixar a preguiça, pelo menos para a dona!